domingo, 9 de março de 2008

Power Lines

E a pergunta que paira é: como pensar nessas horas. Se desejamos que tudo seja azul marinho, juntos.
Complexidade e entendimento na hora, sincronia. Azul marinho, "me and you and the hole city under water, dark blue".
Mas nada mais é sentido.
Saudades, não dela. Mas de si. Atuantes, todos são. Mas não quando não se auto pertence mais. Aí que podemos ser nós mesmos. E voltar a uma casca que gostamos de saber não pertencer, horripila.
Ter alguém, é mais dificil do que parece. Pertencer, ídem. Por isso que tu te complica no esquecer. Esquecer é fácil. Sentimento esquisito, é não gostar de ter esquecido. Seria possível? Pecar para esquecer e rezar para lembrar?
Acho que sim. Mas apenas se há como querer distância da própria musa inspiradora! Desejar um desajuste por uma dose de inspiração? é entendido. Não?
Agora vou esperar. Pela ambulância, pela vinda da ambulância.
Achar alguém para brincar, peace of cake! Achar alguém para se relacionar, vai! Achar alguém para crescer, hard! Achar-se-a fácil a busca para uma musa em uma destas categorias? Oi?
Cri, cri, criii...grilos - GRILOS! - no meu quarto!
Uma musa das brincadeiras pode ser a mesma que dos relacionamentos?
A dos relacionamentos, a mesma que a do amadurecimento?
Lucky Bastard!
Porque, pra perder o respeito, só tem que a chuva, chover.


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