terça-feira, 4 de março de 2008

Filosofando...

A nossa existência resume-se a uma sucessão de instantes passageiros aprisionados entre tudo que ficou para trás e o nada que temos pela frente. Decididamente, neste mundo não há lugar para as coincidências nem para as probabilidades.
Quem se engana é porque ainda não compreende o seu destino. Quer dizer, não compreende qual a resultante de todo o seu passado, o tudo - o qual lhe indica o futuro, que é o nada. Mas, compreendendo ou não tudo isso, cada vida é aquilo que deveria ser.
Portanto, encontros casuais, forças que nos levaram a cometer atos impensáveis/necessários, os acontecimentos em geral, são o produto do tudo, que por um instante, resultará no nada, para vir a ser o tudo, depois, ou seja, os acontecimentos em geral, e assim por diante!
A inspiração, como sempre, é endógena, mas agora tem uma pitada exógena. Talvez uma curiosidade do desconhecido, uma vontade envergonhada de se mostrar para alguém que não me conhece, ou simplesmte desfrutar de mais uma acontecimento com potencial que apareceu.

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