Daí tu começa: "Pãnãnpãnan pãnãnpãnan..."
Eu to no limite. Eu to no limite. Decifrando com cada palavra. Cada palavra que tu diz me faz acreditar que eu não vou escutar teu barulho chegando. E enquanto eu procuro as palvras eu não vou te achando.
E tu continua: "Pãnãnpãnan pãnãnpãnan..."
Eu não to pronto.Sim, eu sei. Penso pensamentos pensados em ti. E cada palavra q tu disser, que diga algo bom. Porque eu não sinto nada a não ser ar. E enquanto eu não acho as palavras, eu vou te procurando.
Não para: "Pãnãnpãnan pãnãnpãnan..."
Eu to atento. Eu tava tonto. Disconectei o coração da mente. Não quero me dar conta de quando as coisas vão mal. Coisas que tu parece não se importar em aceitar. A não ser quando eu encontro as palvavras.
Agora, muda: "Pãpãpãpãpã pãpãpãpãpã..."
(agora eu só falo) Eu acordo pra procurar o que quero achar. Quatro aspirinas e começo. Visto a mesma roupa de ontem . Quando decidi que queria mudar? Hehe! Pra que lavar se não está suja? Desço pelas escadas até a garagem. O carro não ta embaçado. Seguro a direção e me dou conta que minha vida se transformou numa canção pop chata. Que todo mundo sabe cantar.
Pra terminar: "Pan pan pan, Pan pan pan..."
Bem, eu to pronto. Pronto pra ir com tudo. Pronto, então te apronta. Então não para, melhor, insisti.
Nenhum comentário:
Postar um comentário